Um calendário acelerado à vista
Segundo Fagel, antigo advogado da SEC, o processo de retirada do recurso contra a XRP seguirá provavelmente o procedimento padrão, necessitando de uma votação da SEC. Embora este processo demore geralmente entre um e dois meses, o facto de a SEC já ter votado a favor da retirada no âmbito de um acordo de resolução poderá permitir um calendário mais rápido.
“Normalmente demoraria 1 a 2 meses para que a SEC votasse numa recomendação de execução, mas poderá ser mais rápido neste caso, pois já votaram pela retirada do recurso como parte do acordo de resolução. Portanto, é mais uma formalidade”, afirmou Fagel.
Além disso, realizou-se uma reunião ontem e, segundo alguns analistas, poderão ser anunciadas novidades já hoje.
Nem a XRP nem a SEC retiraram ainda o seu recurso
Embora o CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, tenha anunciado que a empresa estava a abandonar o seu recurso, nem a Ripple nem a SEC retiraram oficialmente os seus recursos até ao momento. Fagel sublinha que o processo padrão deve ser seguido, mas mantém-se otimista quanto a uma retirada conjunta dos recursos por ambas as partes.
“Ninguém retirou ainda nada. Existe um procedimento padrão que a SEC deve seguir, e isso geralmente leva algumas semanas, ou até mais. Uma vez aprovado, a SEC apresentará rapidamente os seus documentos de retirada, provavelmente em conjunto com a Ripple. Tudo a seu devido tempo.”
Embora o prazo exato para a resolução do processo permaneça incerto, especialistas como Marc Fagel concordam que não deverá ultrapassar dois meses. Com o fim do processo à vista, a comunidade XRP prepara-se para virar a página nesta longa saga judicial.
Atualmente a 2,59 dólares, uma rescisão do recurso da SEC poderá impulsionar o preço do XRP nas próximas semanas. Uma quebra dos 2,65 dólares poderia já levá-lo à próxima resistência dos 3 dólares. Será necessário acompanhar as declarações da SEC hoje.
Em suma, é apenas uma questão de formalidade. Ainda mais porque a SEC demonstrou uma mudança significativa na sua abordagem regulatória nas últimas semanas desde a chegada de Trump e do novo chefe da SEC.
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